domingo, 12 de dezembro de 2010

Despedidas...


Olá caríssimos alunos.
Acho que nossa aula de hoje foi a última que ministrei como professor de vocês. Gostaria de dizer que foi um imenso prazer pra mim passar esses dois anos com a classe Herdeiros da Promessa. Sem qualquer sombra de dúvida, eu aprendi muito mais com vocês, que o inverso. Como dizia Guimarães Rosa: Mestre não é aquele que ensina, mas aquele que de repente aprende. Foram inúmeras a lições marcantes que aprendemos juntos, a experiência de utilizar a internet para complementar nossas aulas, por meio da utilização de um blog, etc. Foi uma experiência ímpar estar a frente de uma classe tão distinta. Saibam que tentei fazer de tudo para estar à altura daquilo que vcs merecem ter como professor e, ficam aqui minhas desculpas quando esse objetivo esbarrou nas minhas limitações. Guardarei comigo pra sempre a imagem dos rostos e jeitos de cada um de vocês. Cada um, sem exceção, foi importante para o meu aprimoramento pessoal. Sem contar o fato de que a classe Herdeiros da Promessa foi o presente que recebi ao retornar ao convívio da IEC Cataguases depois de quase 10 anos. Isso é muito significativo pra mim, já que um dos maiores sonhos da minha vida era voltar a ser membro da "Conga" de Cataguases.
Ficam portanto aqui minhas palavras de despedidas, com o coração repleto de gratidão por ter sido me dado a oportunidade de desfrutar da companhia de vocês nas manhãs de domingo dos últimos 2 anos.
Abraço demorado,
Prof Eduardo.

terça-feira, 15 de junho de 2010

É impossível! Será?


Olá caríssimos!
Publico, abaixo, a reflexão que saiu no Farol desse mês. O Autor é o nosso professor substituto, Dc Winglison. Achei muito edificante. Boa Leitura!
Abraços,
Prof. Eduardo

É IMPOSSÍVEL! SERÁ?

Em João 5:1-18, lemos sobre um homem que se encontrava num dos cinco pavilhões do poço de Betesda. Ele estava doente há 38 anos, tentando entrar nas águas do poço, em um determinado momento específico, buscando a cura de sua enfermidade. A Bíblia não relata qual era sua doença, mas diz que alguém sempre entrava nas águas antes dele. Jesus, passando ali, curou-o, resolvendo imediatamente seu problema, sem fazer uso dos poderes do poço. Dá pra imaginar a alegria daquele homem que, só de enfermidade, tinha mais idade que o próprio Jesus.


Outro dia fiquei sabendo de um jovem cuja família possui recursos financeiros, mas que é viciado em drogas. Num dos momentos de lucidez, o jovem conseguiu ficar um bom tempo sem fazer uso das drogas, chegando mesmo a montar uma clínica de recuperação de outros drogados, mas ele teve uma recaída e voltou a se drogar. O resultado foi que sua família se dividiu (seus pais se separaram), a clínica fechou e ele teve que ser internado em outra clínica, em outra cidade, muito longe daqui.

É assim que é a vida das pessoas sem Jesus. Elas buscam solução para os seus problemas onde isso for possível, até nas igrejas evangélicas, mas esbarram na limitação humana. Existem coisas (muitas) que o homem não pode fazer. Isto se aplica tanto a quem precisa de socorro, quanto a quem se propõe a ajudar. Nossas frustrações podem demorar muitos anos, e vão continuar sempre que buscarmos a solução nos homens, sejam eles médicos, fisioterapeutas, psicólogos, evangélicos, católicos ou espíritas. O homem de Betesda acabou agindo assim por 38 anos, pois a sua cura estava além da capacidade de qualquer homem. Ele via sua esperança nascer cada vez que a água se movia, mas ela se acabava quando outro chegava antes. Com Jesus, e só em Jesus, nossa esperança não acaba e jamais ficaremos decepcionados. Quem confia em Jesus não confia em homens. Podemos ouvir Sua voz (através da Palavra) e confiar que no devido tempo, nossa bênção virá (Salmo 37:5) e de forma satisfatória e permanente. Esse tipo de cura é possível aos homens, mas é possível a Jesus.

A Igreja não promove a cura, mas indica com exatidão onde encontrá-la. Não vá à Igreja procurar os homens, mas procure encontrar-se com Jesus. Jamais desista de Jesus, principalmente depois que sua bênção chegar...

Diácono Winglison
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terça-feira, 27 de abril de 2010

ORAÇÃO MEDITATIVA


Olá caríssimos,
Em nossa última EBD, ao estudarmos alguns aspectos da vida do patriarca hebreu Isaque, falamos sobre a importância de uma prática espiritual cultivada por ele – a oração contemplativa, ou oração meditativa. Trata-se da prática de orar em silêncio, de aquietar a alma para meditar em Deus e na sua Palavra. Falamos que isso envolve um diálogo interno entre nós e nossa alma, no qual convidamos uma terceira pessoa para fazer parte dessa conversa: o nosso Deus.
Infelizmente essa prática tão preciosa a heróis da fé como o profeta Elias ou o rei Davi, e também tão comum no ministério de Jesus, tem sido tão negligenciada pela nossa geração.
Aprendi com Rubem Amorese em seu livro Louvor, Adoração e Liturgia um exercício espiritual que nos ajuda a praticar a oração meditativa, travando um diálogo interessante com a nossa alma. Convido vocês a praticá-lo.
Vamos lá então. Antes de começar o diálogo interno, procure um lugar tranqüilo, onde você possa passar um bom tempo em silêncio (pode ser o seu quarto. Eu, particularmente, gosto de ir para um monte ou pegar minha bike e sumir numa dessas estradinhas rurais de Ktá). Estando nessas condições, comece a aquietar seu coração. Respire pausadamente. Peça a Deus sua presença, peça para ouvir a voz dEle. Convide-O a participar desse momento tão especial, tão íntimo.

1º passo: Já calmo e desacelerado, olhe para dentro de si mesmo concentrando-se na sua alma e pergunte para ela assim: “como você está?” É claro que você não terá respostas verbalizadas, mas certamente sua alma lhe “responderá” com sentimentos e emoções. Ela poderá dizer pra você: Medo, ansiedade, inveja, orgulho, frustração, abatimento, desânimo, desejo, gratidão, etc. É interessante que você se concentre num deles, aquele que se destaca mais e pergunte o porquê. Nessa hora você estará perguntando como o salmista: “Por que estás abatida, ó minha alma?”. Nessa hora talvez seja um bom momento para se concentrar num sonho, principalmente aqueles recorrentes que você talvez tenha dado pouca atenção. Lembre-se que se conseguirmos ouvir nossos sonhos, descobriremos muita coisa de nós mesmos.

2º passo: Pergunte para si mesmo: “Existe uma palavra na Bíblia para isso? Há algo que o Senhor disse em sua Palavra que traz luz sobre esse tema? Certamente você será levado a algum texto e, então, você exorte a sua alma com essa palavra do Senhor. Não se esqueça, trate a sua alma com compaixão. Não seja complacente com sua alma, mas também não seja rigoroso demasiadamente. Seja tão somente fiel à Palavra de Deus sobre esse tema.

3º Passo: Agora é hora de dirigir-se a Deus novamente e apresentar a Ele essa conversa (O salmo 131 exemplifica isso). Nessa hora talvez seja interessante fazer um acordo com as partes envolvidas, ou seja, com sua alma e com Deus. A Bíblia chama esse acordo de voto. Atenção! Nada de voto impreciso, vago ou tolo (aquele que não se tem condições de cumprir). Pegue leve com sua alma! O voto precisa ser mensurável, precisa ser fácil avaliar se você está cumprindo ou não. Exemplo: é muito complicado avaliar um voto do tipo: “darei mais atenção à minha namorada”. É preferível você dizer: “levarei minha namorada para jantar fora pelo menos duas vezes por mês”. Outro exemplo: em vez de fazer um acordo do tipo: “serei mais atencioso para com os idosos da igreja”; é melhor que a resolução seja: “farei pelo menos uma visita por mês a um irmão idoso da igreja”.

É isso aí queridos, vejam que esse exercício espiritual acabará tendo repercussões em nossa vivência prática, cotidiana. Alguns sonhos serão tirados da gaveta, sairemos do marasmo, mudaremos certos hábitos, adquiriremos outros. Ou seja, por meio de devocionais assim (oração meditativa) vivenciaremos nossa espiritualidade, afinal de contas a fé sem obras é morta.

Abraços cheios de saudades,
Prof. Eduardo

segunda-feira, 15 de março de 2010

Quando eu estiver triste, simplesmente me abrace


“E quando eu estiver triste, simplesmente me abrace”.
Gosto muito dessa frase da música “Sutilmente” do Skank. As vezes costumo refletir sobre algo que ouço, leio e que, a princípio, não teria muito a acrescentar a minha, digamos, vida espiritual. No domingo a noite usei essa frase na ministração inicial do louvor, como vocês puderam perceber. Acho que o autor foi muito feliz ao conceber essa frase, pois de fato quando estamos tristes o que mais precisamos é de carinho, que pode ser materializado num simples abraço. Não queremos, nessas horas, que as pessoas nos encham de perguntas como: Por que você está tão triste? Aconteceu alguma coisa? Posso te ajudar? (quase sempre ninguém pode nos ajudar nesses momentos). Não. Nessa hora talvez seja necessário e suficiente um simples abraço.
Por incrível que possa parecer, isso me fez refletir sobre a Graça de Deus. Nos momentos de tristeza a graça do Pai faz isso conosco: nos abraça. Cheguei a essa conclusão quando a frase da música do skank me veio a mente no domingo a tarde. Depois de cantarolá-la bem baixinho, ‘sutilmente’ meu pensamento foi levado ao Salmo 42. Lá o poeta bíblico diz: “Quando irei e me verei perante a face do meu Deus? As minhas lágrimas tem sido meu alimento de dia e de noite”. Penso que o motivo de querer estar perto de Deus são as lágrimas do poeta, isto é sua tristeza. Ele sabe que perto de Deus suas lágrimas seriam enxugadas num abraço cheio de afago acalentador. Vejo uma mão abraçando e outra enxugando cada lágrima que cai dos seus olhos. Quando o salmista está triste, ele quer simplesmente um abraço de Deus. A vontade de estar perto é tão grande que ele pergunta como que desesperado: “Quando irei e me verei...?” Bom, não sei se o salmista “se viu” perante a face de Deus...
Nesse momento, de novo, ‘sutilmente’ meu pensamento foi levado pelas páginas sagradas. Percebi que se o poeta do salmo 42 não se viu perante a face de Deus, bem pertinho, tendo suas lágrimas colhidas, um conterrâneo dele, muitos séculos depois viu sim, do jeito que o salmista queria ver. No capítulo 7 de Apocalipse, o Apóstolo João viu uma multidão que não se podia numerar. Gente de todos os povos, tribos, língua e nação. Estavam de pé, tendo no meio deles (bem pertinho) o Cordeiro – JESUS. Sabe quem estava lá inserido no meio daquele mundão de gente? O poeta do salmo 42! Ah, eu também estava lá, quase imperceptível no meio de tanta gente, mas estava lá! Foi aí que João viu, no versículo 17, uma cena linda: o Cordeiro apascentando (que inversão poética maravilhosa, certamente o salmista deve ter adorado!) toda essa gente, inclusive o poeta salmista e eu também!
Um detalhe importante, nesse versículo João viu o Pai bem pertinho de todos (abraçando-os com sua Graça), enxugando as lágrimas de todos, inclusive as do poeta do salmo 42 e as minhas também!
Por isso, quando você estiver triste, peça a Deus que simplesmente te abrace.
É isso aí caríssimos, esses foram meus pensamentos numa tarde ociosa de domingo.

Abraços em todos, especialmente naqueles que, por qualquer motivo, estejam tristes.
Prof. Eduardo

quarta-feira, 25 de novembro de 2009



Estou com saudade de vocês.
Abraço,
Prof. Eduardo

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Como estudar a Bíblia


Olá pessoal,
Nas próximas duas EBD o Pb Paulo de Tarso me substituirá. Ele dará continuidade aos assuntos da nossa revista. Embora fisicamente ausente nesses domingos, estarei por aqui acompanhando-os com postagens referentes aos assuntos estudados. A próxima lição tem como título "Como estudar a Bíblia". Para complementar o material da revista, disponibilizo o texto abaixo.
Este texto foi extraido do livro "Do Texto À Paráfrase”,de Bryan Jay Bost e Álvaro César Pestana, publicado pela Editora Vida Cristã.
Abraços saudosos,
Eduardo

"INTRODUÇÃO AO ESTUDO BÍBLICO
(...)
O método histórico-crítico.

Iremos neste curso estudar o texto sagrado usando o método histórico-crítico!

O que chamamos de método histórico-crítico é o método de estudo e pesquisa bíblica que procura levar em conta o contexto histórico que envolve o texto, fazendo uma avaliação acurada (crítica) de todas as relações desta informação com o sentido do texto. Uma ênfase quanto ao sentido gramatical e histórico do relato bíblico é o alvo deste método. Realiza-se a tarefa de um historiador, que avalia um documento antigo com o alvo de compreendê-lo. Isto revela pouco sobre como vamos trabalhar, já que esta metodologia é largamente empregada por "teólogos" que não crêem na inspiração plena das Escrituras. Apesar do mau uso do método por alguns, queremos empregar o método histórico-crítico na exegese por acreditarmos que ele fornece o significado original do texto. Usaremos este método orientados pela fé que já temos na absoluta inspiração e autoridade das Escrituras. Também acreditamos ser a humildade a maior virtude de um exegeta.

É um método histórico porque leva em conta a época e a situação original em que o texto foi escrito. A Bíblia é a palavra de Deus dada através das palavras de pessoas históricas (Hb 1.1-2). Assim, o trabalho de entender a Bíblia é o trabalho de um historiador. A história é uma ferramenta de trabalho. O próprio texto bíblico no geral contém elemento histórico suficiente para dar uma idéia da situação original, dispensando-nos do uso de muito material estranho. E necessário ser prudente ao utilizar "ajudas" ex­ternas.

Dois elementos precisam ser levados em conta quanto tratamos da Palavra de Deus: sua particularidade histórica contrabalançada por sua validade eterna. A particularidade histórica diz respeito ao que estava acontecendo na situação original. Por exemplo, Paulo escreveu o livro de Gálatas para combater doutrinas judaizantes que se infiltravam na igreja. A relevância eterna leva em conta que mesmo em uma situação diferente, a mensagem de Gálatas tem importância para cada geração de cristãos.

Em último lugar, usaremos o método histórico na tentativa de entender cada texto da Bíblia na situação, pensamento e época da própria Bíblia.

Nosso método também é um método crítico porque requer o uso de nossas faculdades mentais em raciocínios, julgamentos, estudos e esforços. A eterna inteligência e bom senso de Deus estão refletidos no seu livro. É necessário que usemos a inteligência que ele nos deu para compreendê-lo. A palavra crítico tem geralmente uma coloração negativa. Não queremos usá-la desta forma. O método é crítico em avaliar os resultados obtidos e em pesá-los. Nunca deve tornar-se crítico contra a Bíblia.

O uso da razão deve ser subordinado à fé na revelação. Não podemos chegar a Deus com a razão; Deus é quem chega a nós com a revelação de sua razão, Jesus Cristo, o logos eterno (logos: palavra grega que pode significar razão).

Exegese e hermenêutica.

Nossa tarefa é dupla: Primeiro, descobrir o que o texto significava originalmente, esta tarefa é chamada exegese; em segundo lugar, devemos aprender a discernir esse mesmo significado na variedade de contextos novos ou diferentes dos nossos próprios dias, esta é a tarefa da hermenêutica. Em definições clássicas a hermenêutica abrange ambas as tarefas, mas em tratados recentes a tendência tem sido separar as duas.

Para nós, exegese é ler e explicar os textos em empatia (e simpatia) com os escritores bíblicos. O exegeta é primeiramente um historiador que analisa os documentos. Todavia, ele tem de ir além da análise impessoal: é necessário assumir a fé que o escritor possuía para entender seus escritos. A exegese é um trabalho literário-espiritual.

A hermenêutica é necessária para a exegese. Exegese é uma palavra que vem da língua grega, sendo composta da preposição EK (de) e da forma substantiva do verbo HEGEOMAI (ir, guiar, conduzir) e significa "conduzir para fora" o sentido original de um texto. Na exegese procuramos entrar no texto (EIS), e ficar nele (EN), para então sairmos dele (EK) tirando lições para nós. Hermenêutica é a síntese dos resultados da exegese, tornando-a relevante para o leitor, ou auditório.

Pressuposições.

Pressuposições são idéias, hipóteses ou fatos que aceitamos ou carregamos conosco antes de iniciar nossa análise de um texto. O bom exegeta procura libertar-se ao máximo deles para que a sua compreensão do texto não seja distorcida pela sua pré-compreensão. Um exemplo prático ajuda a ver a importância das pressuposições. Se um exegeta pressupõe que "milagres não podem acontecer", todo seu estudo dos evangelhos e de Atos vai

revelar ceticismo quanto aos fatos narrados e vai procurar explicá-los por meio de causas naturais, ignorância do povo, erro do escritor, etc. As pres­suposições vão guiar nossa capacidade de entender e explicar o texto.

Por outro lado, as pressuposições existem e sempre existirão. O que importa é a sua validade. O critério da validade de uma pressuposição é a sua base cristológica, que Jesus Cristo é o filho de Deus. Devemos ler a história do Novo Testamento com a pressuposição cristológica revelada pelos escritores. Esta é uma pressuposição básica para entender o Novo Testamento, e até mesmo o Velho, tomadas as devidas precauções. A pressuposição cristológica é válida para sempre.

Quando as nossas pressuposições são iguais às pressuposições dos escritores do Texto Sagrado, temos as melhores condições possíveis para entender o que eles estão falando e escrevendo. Não há um raciocínio em círculo aqui. A fé em Cristo, mantida pelos escritores do Novo Testamento, precedeu a obra escrita que produziram sob a influência do Espírito Santo. Logo, para que possamos acompanhar o pensamento desses homens, precisamos participar da fé que tiveram.

Ver o texto como o autor o viu é o nosso alvo. Buscando as pressuposições do autor, não entraremos em choque com ele. Encontrar as pres­suposições do escritor pode ser a chave para não introduzir nossas idéias no texto. Cristo é o princípio de unidade e da verdade na interpretação da Bíblia. (...)"

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Crepúsculo


“E então o leão se apaixona pela ovelha. Que ovelha idiota. Que Leão masoquista e doentio. Edward Cullen
Ao ler essa frase no livro crepúsculo, de Stephenie Meyer, me lembrei de uma linda profecia bíblica que está em Is 11.6 ...e o leão e a ovelha viverão juntos...
A frase do personagem Edward Cullen, refere-se a um amor impossível entre um vampiro e uma adolescente. Um amor sem futuro, por isso a ovelha é idiota e o leão, masoquista. Já a profecia bíblica refere-se a maior e mais linda história de amor já escrita: a que conta como um Leão (o de Judá) forte, corajoso e campeão se'apaixonou' por uma ovelha (igreja) frágil, medrosa e perdida. Um amor com futuro certo, cheio de esperança... inclusive a festa de bodas já está marcada... e o Leão (de judá) e a ovelha (agora forte, corajosa e vencedora) viverão felizes por toda a eternidade!
Abraços,
Eduardo.